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Categoria: Noticias4 min de leitura

Rondônia tem a terceira gasolina mais cara da Região Norte, aponta ANP

Por Equipe NG8 ·

Rondônia tem a terceira gasolina mais cara da Região Norte, segundo a ANP. Etanol e diesel também registram altos preços, influenciados por logística complexa e transporte fluvial.

Rondônia figura entre os estados com os combustíveis mais caros da Região Norte. Segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio da gasolina comum no estado chegou a R$ 6,97 por litro na última semana.

O valor é o terceiro mais alto da região, atrás apenas do Acre (R$ 7,62) e do Amazonas (R$ 7,12). A pesquisa foi realizada entre os dias 11 e 17 de maio em 37 postos de gasolina aditivada e 18 de etanol em diferentes municípios rondonienses.

Etanol também apresenta preços elevados

O etanol hidratado, geralmente visto como uma alternativa mais barata, também tem preços acima da média nacional em Rondônia. O litro foi vendido, em média, por R$ 5,05, com variações entre R$ 4,82 e R$ 5,99.

Para comparação, o preço do etanol em São Paulo e Mato Grosso, principais estados produtores, é bem inferior: R$ 4,10 e R$ 3,97, respectivamente. Entre os estados do Norte, os valores mais altos foram registrados no Amazonas (R$ 5,48), Acre (R$ 5,41) e Amapá (R$ 5,37).

Diesel também impacta bolsos

O óleo diesel segue a mesma tendência. No Acre, o combustível chega a R$ 7,61, o valor mais alto da região. No Amazonas e em Roraima, os preços são de R$ 6,86 e R$ 6,85, respectivamente. Já em Rondônia, o litro do diesel foi comercializado, em média, por R$ 6,65.

Logística e transporte influenciam preços

Para o economista Otacílio Moreira, os altos preços estão diretamente ligados à logística de distribuição dos combustíveis na região.

“A Amazônia é isolada geograficamente. O combustível vem de fora, passa por refinarias, como em Manaus, e depois é distribuído, o que eleva o custo final ao consumidor”, explica.

O Sindipetro, sindicato que representa trabalhadores do setor, também apontou que os custos logísticos no Norte estão entre os mais altos do país — mesmo antes de incluir fretes fluviais e a margem de lucro das empresas.

veja tambem: Rondônia tem a terceira gasolina mais cara da Região Norte, aponta ANP

Rondônia figura entre os estados com os combustíveis mais caros da Região Norte. Segundo levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), o preço médio da gasolina comum no estado chegou a R$ 6,97 por litro na última semana.

O valor é o terceiro mais alto da região, atrás apenas do Acre (R$ 7,62) e do Amazonas (R$ 7,12). A pesquisa foi realizada entre os dias 11 e 17 de maio em 37 postos de gasolina aditivada e 18 de etanol em diferentes municípios rondonienses.

Etanol também apresenta preços elevados

O etanol hidratado, geralmente visto como uma alternativa mais barata, também tem preços acima da média nacional em Rondônia. O litro foi vendido, em média, por R$ 5,05, com variações entre R$ 4,82 e R$ 5,99.

Para comparação, o preço do etanol em São Paulo e Mato Grosso, principais estados produtores, é bem inferior: R$ 4,10 e R$ 3,97, respectivamente. Entre os estados do Norte, os valores mais altos foram registrados no Amazonas (R$ 5,48), Acre (R$ 5,41) e Amapá (R$ 5,37).

Diesel também impacta bolsos

O óleo diesel segue a mesma tendência. No Acre, o combustível chega a R$ 7,61, o valor mais alto da região. No Amazonas e em Roraima, os preços são de R$ 6,86 e R$ 6,85, respectivamente. Já em Rondônia, o litro do diesel foi comercializado, em média, por R$ 6,65.

Logística e transporte influenciam preços

Para o economista Otacílio Moreira, os altos preços estão diretamente ligados à logística de distribuição dos combustíveis na região.

“A Amazônia é isolada geograficamente. O combustível vem de fora, passa por refinarias, como em Manaus, e depois é distribuído, o que eleva o custo final ao consumidor”, explica.

O Sindipetro, sindicato que representa trabalhadores do setor, também apontou que os custos logísticos no Norte estão entre os mais altos do país — mesmo antes de incluir fretes fluviais e a margem de lucro das empresas.

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“Grande parte dos combustíveis consumidos na região é importada e transportada por rios, em operações demoradas e com alto risco, o que encarece ainda mais o produto”, informou o sindicato, em nota.

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